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Fragmentos - parte I

Tentei encontrar alguma coisa. Mas no fundo, não procurava nada em concreto. E se não és minimamente especifica naquilo que queres, o Google não encontra nada do que pretendes ou possas pretender. Hoje aconteceu-me isso. Queria algo. Mas não sabia o quê então desisti de procurar por esse “algo” que nem eu mesma sabia o que era. Continuo sem saber o que quero procurar. E isto pôs me a pensar. 

Se não sei o que quero…como vou ter uma vida plena? Se os meus objectivos são mudados a cada hora porque não os tenho definidos, como posso atingi-los? Ou até mesmo quando vejo os catálogos das lojas que gosto, como posso eu comprar algo se ainda nem descobri qual o meu estilo? São perguntas fúteis e mesquinhas mas que me fazem pensar que estou no abismo da crise existencial momentânea.
Pode durar um dia, uma hora ou toda a vida. Neste momento estou a passar por uma crise dessas. De não saber o que quero, de não saber quem sou, de não saber para onde quero ir. Estou como uma marioneta. Deixo me levar pelo tempo pois não tenho rumo.
Quando paro para pensar “naquela” pergunta mágica: quem sou?...fico assustada. Porque ainda me estou a descobrir. Desde a separação que me perdi e não sei ainda bem o que sou gosto ou quero. E acreditem que é a pior sensação do Mundo!

Quem sou? Sou uma menina. (ora aqui não há duvidas) Mimada. (muito) Sou feliz. (sou; apesar de tudo sou) Tenho os meus azeites a cada duas por três mas isso é o que me define. Ora estou bem, como dentro de um bocado estou mal. Não sou bipolar, sou parvinha mesmo.
 

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