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Férias

Não há nada melhor do que vir passar dois dias a Braga e, apesar de não ter visto as amigas (está tudo de férias), estou a aproveitar sozinha todos os momentos para saborear esta linda cidade!

Cada dia mais feliz! E cada dia mais segura do que sou e do que quero ser daqui para a frente!

Mais logo contarei novidades dos últimos dias. Para ja posso dizer que está tudo a correr lindamente! :)

Felicidade plena

Tenho uma vida à minha frente. Tenho tanta coisa... no meio de tanto "nao tenho nada" estou cheia de coisas! 
Amo a minha vida! Amo todo o pouquinho que tenho.
E adoro que coisas boas me aconteçam. Estou a duas horas de ter férias... e estou feliz. Tenho o coraçao dividido entre ficar aqui com as pessoas com quem saio e estou a gostar muito e ver a minha familia em casa. 
Finalmente gosto disto. E finalmente vou feliz descansar para casa da mama e do papa. Porque quando voltar, nao me faltará nada aqui. 
Tenho tudo o que preciso e tudo o que quero. Talvez porque nunca fui de pedir muito. 
Amo isto! Felicidade plena!

Vamos a casa! Portugal, até amanha!

A magia da noite

Preciso de escrever para ter a certeza que não me esqueço de nenhum pormenor da noite de ontem. 

Para começar, ontem foi o meu dia. O dia de Santa Ana. Eu de santa não tenho nada mas enfim… foi o meu dia! 
Consequência disso (e não só) lá fui eu jantar fora. Acabamos por beber. (eu não queria! Juro!) Mas o meu querido amigo decidiu ir à sua casa (no momento que foi buscar uma outra amiga e me deixou na festa sozinha e abandonada) e trazer álcool. Pois bem, como saia mais barato lá íamos de vez em quando ao parque de estacionamento para ir “ao bar”.

No momento que me deixou sozinha para ir buscar a amiga, coisa que já me habituei que faça quando saímos porque sabe que adoro que o faça, aproveitei a solidão para descobrir mais. A festa deste fim de semana aqui é a de San Julià. Não conheço muito bem a zona, mas a festa basicamente é uma rua. Seria impossível perder-me. E lá andei eu entre diversões, tendinhas de bugigangas e afins… 

Tal como comentei num post anterior iria haver também uma zona com bruxas e mulheres que lêem o tarot. Aproximei me daí para tentar saber alguma informação sobre o tema.
Obvio que eu, sociável-ao-extremo-que-sou, acabei por conhecer duas senhoras galegas muito simpáticas que me disseram que há muitos anos que iam a estas senhoras e que eram fiáveis. “Quase sempre acertam…”, disseram-me.
A minha primeira pergunta foi “é grátis?” ao qual me responderam que sim que era, pois era a comunidade de San Julià que pagava às mulheres para estar ali. Então decidi ficar. E esperar pela hora certa e determinada. 23h. 

Conheci imensas senhoras que estavam ali para o mesmo. Comentaram comigo que os efeitos da crise se notavam naquela noite. Antes havia filas intermináveis de gente. E ontem éramos 5 às 22.50h para a primeira mulher do tarot. Estavam lá umas 6 ou 7 mulheres em tendas místicas.

Entretanto chegou o meu amigo com a amiga. Riram-se de mim por acreditar nestas coisas mas eu expliquei que não é acreditar; era a curiosidade que me chamava. Nem sequer sabia o que ia perguntar…
Deixei-os dar um passeio pela festa e esperei pela minha vez. Era a segunda pessoa da noite.

Ora bem… como posso eu definir o que aconteceu nesses 15 minutos?... Tenho de escrever aqui para nunca mais me esquecer. Porque ontem com a bebedeira tinha me esquecido até que tinha ido à bruxa…
Sentei-me. A medo. Perguntou-me data de nascimento. Respondi. Perguntou-me a hora. Respondi. Pôs-se a fazer contas de cabeça. Sou Sagitário, com ascendência em Gémeos. Tenho traços de Capricórnio. Ok. Até ai tudo bem. Já sabia disso.
Disse me que era uma pessoa feliz, que tinha muitos relacionamentos (ahahaha) e que lidava com as relações muito profundamente. Está bem.
Começou a falar dos planetas. “Tem Sagitário a passar em Saturno. E isso…é mau!” Ok. Começava a assustar-me. “Avizinham-se tempos difíceis. Para mais 3 anos.” Auch! Essa doeu de ouvir! Sou uma lutadora. Trabalho muito para ganhar a vida. Sou muito feliz. Por isso estou sempre rodeada de gente. Mas não gosto de estabilidade. (ahahahahah…essa foi boa! É verdade.) Perguntou-me se tinha alguém. Disse que me ia divorciar. “Melhor” respondeu! Melhor???? Pois sim, melhor. Não sou de relacionamentos. Gosto de coisas profundas mas fujo à estabilidade. (Que bruxaria é esta???? Adivinhava tudo! Eu estava parva.)

Disse-me que em breve irei fazer uma viagem que me vai mudar a vida. Dentro de um tempo irei para muito longe. Falou me dos 3 anos. Para estar aqui mais 3 anos e esperar que Saturno se vá embora. E que siga lutando. E trabalhando. Que tudo está a cair na minha vida menos o trabalho. (também é verdade) Mas que é uma aprendizagem e que se lido “bem” com Saturno, ou seja, se aceito tudo o que vem, aprendo e desfruto do caminho, poderei ter coisas muito boas. Comentei lhe que tem servido para aprender. Para me conhecer a mim sozinha. E a bruxa comentou me que sim, que devia estar sozinha estes próximos 3 anos mas que isso não implica deixar o sexo (!) porque eu sou uma pessoa que gosta e necessita muito sexo. Aaaahhhhh, que bruxaria é estaaaa???.... ahahaha (cof cof cof...awkward smile..)

 Depois desta terapia de choque extrema, perguntou me se tinha alguma pergunta para fazer. Ora bem…eu ia efectivamente perguntar se o meu caminho era Andorra ou se ia para outro sitio em breve, mas como ela me tinha falado da tal viagem pois comentei-lhe isso mesmo. E ela disse me que não. Andorra não é o meu lugar. Pôs as cartas na mesa. E assustou-se. (eu vi na cara dela…) disse que me tinha de trabalhar muito. Que desde pequena lido com as coisas (as minhas mesmo…) sozinha. Voltou a dizer que era uma lutadora. E que via muito trabalho. Que dentro de 10 anos as coisas poderão acalmar mas até lá, nada. Muita luta.  Até lá estou em descoberta de mim mesma. Que devo meditar. Que devo continuar assim, em busca do meu eu interior. Falhei lhe de Índia. Não foi especifica. Apenas me disse que a viagem chegará e que mudará a minha vida. E que durante estes tempos estarei em constante aprendizagem sozinha. E que irei ajudar muita gente, cuidar de muita gente. Que nasci para cuidar e proteger. 

Fiquei tão chocada, tão assustada e tão parvinha com tudo aquilo que perdi a força nas pernas. Nunca tinha estado em nada disto. No fim acabei por lhe dizer “obrigada. Não tenho dinheiro para lhe dar” ao qual ela respondeu, “pagam-me para estar aqui. Não cobro.” E eu fui embora assim. Já nem quis ver as outras bruxas. Não quis ver mais nada. Queria esconder-me e assimilar tudo aquilo. E só estou a fazê-lo agora, com uma ressaca enorme e a esforçar me por não me esquecer de nada da noite de ontem.

Depois desta emoção, chegou o meu amigo com a amiga e as garrafas e pronto. Começamos a beber. Confesso que me perdi um bocadinho. Um bocadinho muito. Dancei até não poder mais dos pés (literalmente). E conheci mais gente. E falei com desconhecidos. Coisas típicas minhas quando bebo. Ou quando saio. E ganhei um chapéu todo bonito. E vi um concerto espectacular!! A serio! Eu adoro os Roconorte que são uma banda de arraial portuguesa e cantam de tudo um pouco e é um espectáculo vê-los. Pois esta banda de ontem eram parecidos. Com imagens a coincidir com a musica que cantavam e as letras. Medleys super divertidos. Interagiram todo o concerto com o publico. E eu adoooooro isso! Até as musicas velhinhas espanholas, que eu não conhecia para nada, passei a gostar só por ver o publico a vibrar. E no fim foi a cereja no topo do bolo! Um medley de rock antigo. As musicas inglesas. Coitados! Eles não cantavam nada mas mesmo nada bem em inglês mas com a festa que faziam, só isso já animava a festa! Foi fantástico. (e eu aí já estava sóbria…por isso me lembro tão bem do concerto).      


E depois cama que já são 5h da manha! 
E hoje, pois isso, sono, ressaca, mas feliz! Mais uma saída espectacular e logo já vou de viagem!
Logo não saio! Tenho de terminar de arrumar tudo e fazer o resto da mala e…dormir! 
Estou feliz! Sou feliz!      

Aaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!


Este será o dia de trabalho mais longo da minha vida. 

*nervos
*ressaca
*stress
Aiii... que dooooor....

True Story.


Hoje é que vai ser!

Digamos que ontem chegaram alguns moveis. Não todos. Não tudo. Mas algo já está lá em casa. Uma mesa por montar (não a vi ainda porque está dentro de uma caixa), quatro cadeiras muito giras brancas para fazer contraste com toda a mobília wengué, todo o móvel da televisão (com estantes e uma vitrina) que me parece ser grande e muito bonito, duas mesas de cabeceira muito fashion e a cama. Ainda falta o colchão e o sofá que chegarão amanha de manha. E amanha já ficará tudo montado!

Sendo assim... Hoje é o dia! Hoje não posso sair! Isto de andar a sair todos os dias (até cedo sim, mas saio na mesma e não faço nada em casa) não pode ser!! Ontem acabei por jantar fora. Havia concerto perto da casa do (ainda) marido. Fui ter com ele depois de jantar e fomos ao concerto. Andorra está em festa. E é impossível querer estar em casa…

Mas eu tenho (ainda!!) uma pilha de roupa para passar a ferro. Tenho uma mala para fazer – e eu sou muito picuinhas quando faço uma mala. (mais ainda quando faço uma (!) mala para 15 dias!) Tenho de deixar (hoje!) tudo arrumado para amanha irem montar os meus moveis. Porque amanha sim, vou sair. É sexta feira (yeah!) e há festa!

Dizem que haverá uma feira de bruxas. Que lêem a mão e deitam cartas de tarot. Sei que será tudo mentira mas acho piada a essas coisas e quero ir. E obvio, é a minha ultima noite em Andorra antes das férias. Não quero ficar em casa, muito menos a arrumar.

Por isso é hoje. Hoje é o dia que vou arrumar tudo! Vou já desmarcar a saída desta noite… por muito que me custe… porque ando uma festeira como há anos atrás!


Ah! Adoro a minha vida! Tudo se irá compor! Estou segura disso! 
Life’s good! 

Oh yeah...


Cosas que nunca te diré #2

"Y sin más, me envías un mensaje. Soy fuerte y no caigo a tus pies. Hablo contigo como si no pasara nada. Pero te echo de menos. Me comentas que me querías "ahí" donde estas tu. Estas lejos, me dices. Como puedes ser así? Quien es la cabrona al final? Yo, no? O me estas ganando? Me estas tentando. Parece que estamos jugando al gato y al rato. Me escondo, me encuentras. Intento huir pero siempre apareces. Y me dejo llevar. Por tus palabras. Por tus mentiras. Pero al menos, por una vez, me siento amada. Mi niño."

Seguimento daqui. 

...

Afinal ainda nao é hoje que chegam os móveis. Começo a ficar sem paciência. Preciso de férias. Já!

Palabras de... Paulo Coelho

"Debemos ser lo suficientemente humildes para entender que hay algo llamado misterio."

E debemos dejarlo fluir... ;)

(outras) Filosofias pela manhazinha

Se tudo correr bem, é hoje. É hoje que chegam os meus móveis. E eu ando tão preguiçosa que não tenho nada preparado. Ainda não passei a ferro. Ainda não comecei a preparar as roupas. Ainda não fiz nada. Por outro lado, já tenho a roupa toda lavada, a loiça limpa e arrumada, e já não tenho comida em casa. Sendo assim, nem tudo está perdido. Já falta pouquinho para entrar em modo férias. Estou com tanta vontade de ir… mas a verdade é que começo a gostar de estar aqui. Nunca estou sozinha, conheço cada dia mais gente, sempre tenho pessoas a falar comigo na internet e ontem, por exemplo, nem me deixavam dormir, com as notificações e os plim-plim da tablet. Isso faz me sentir bem. Estou sociável de novo! Posso não sair durante a semana mas nunca me aborreço em casa. Ou porque vejo os episódios do True Blood ou porque agora ando viciada no Game of Thrones (esta semana já termino de ver tudo). Ou porque me apetece ouvir musica e dançar e cantar. Ou até porque estou com 7 ou 8 pessoas ao mesmo tempo no chat do Facebook. Nunca me aborreço! E isso faz me feliz. Estou sozinha, mas nunca estou entediada. Não tenho tempo para pensar. E por isso, estou e sou feliz.

Ainda me falta organizar (outra vez) a cesta das jóias e as mariquices que não uso, visto que tirei umas caixinhas que tinha lá para por noutros sítios. Preciso de separar os carregadores dos colares e separar as pulseiras das canetas e separar os porta-moedas dos caderninhos que tenho. Tudo está misturado. Tudo está um caos. E ainda não tive vontade de arrumar aquilo.

Pelo menos agora começo a dar-me conta que não uso colares ou pulseiras no Verão. Como muito posso por um anel, mas com o calor, tudo me incomoda. Sendo assim, nas férias não vou levar quase nada de jóias. O mínimo necessário para a noite.
Dou me conta também que não uso sapatos de tacão no Verão. Sempre vou de chinelo no pé (que só tenho dois, mas enfim…uns de plástico e outros comprados nos marroquinos das festas de Viana há mil anos) ou de sapatilhas (que também só tenho dois pares…umas Adidas e umas pequeninas Inside, compradas na Coruña, que me acompanham para todo o lado). Todo o restante calçado está guardado porque não o uso. Gosto de estar pratica quando está calor. Gosto de coisas confortáveis. Sou assim mesmo. Prática e confortável.

E, por isso, este Verão já não vou comprar mais nada. Com os tempos difíceis que estou a passar, aprendi a usar e valorizar tudo o que tenho. Aprendi a ver que tenho muita roupa e não preciso de mais. Tenho roupa suficiente para este Verão e para o próximo Inverno. Obvio que, como toda a mulher que se preze, o material sempre nos faz falta. O "querer mais" sempre está presente. Mas a verdade é que estou a habituar-me a não ter muito. A não ser tão materialista e consumista. Estou a mudar isso. E só espero agora, que vou a Portugal, não ter esse bichinho de novo. Com a mama é muito provável que o espírito consumista apareça de novo. E eu não quero. Espero poder controlar isso. 

O meu "eu" interior pede-me para renovar o meu estilo. Mas o meu “eu” consciente avisa-me que somos o que somos independentemente do que vestimos. O que conta é o que sentimos. O que queremos. O que somos na realidade. E isso nenhuma roupa pode mudar.


E terminando assim este post consumista, espero saber controlar-me. Espero ter os moveis hoje. Espero poder fazer um jantar com amigos em breve. Espero poder apresentar a minha casa sem vergonha de não ter nada. E espero que tudo me corra bem. 
Eu consigo! Eu aguento! Eu acredito em mim!      

Huummm :D


You just have to believe.


WTF?

"I believe that everything happens for a reason. Always. I believe that each person we find in our lives has a reason to be there. Because there are people who just appear and we just don’t notice. We don’t even care if they stay or go. And there are other type of people… who just show up and everything changes. Our thoughts. Our ideas. Our lives. Everything change.
There is a connection.  Something we can’t explain. It just happens. And slowly we found the reason why they are here. We found the reason why they show up. Even if it is just for a moment, that person just appeared to give you a lesson. To teach you. To give you some important information about yourself. And you always learn. Always.

This time I found a boy. With Light inside. And he just appear to give me some light.
The first time I saw him my heart just explode. Not with love but with light. Real and clear light. Yes, I was a little drunk but not enough to forget that feeling.
I’ve been so hurt… I’ve been feeling so bad… that somehow that boy show me some light and hope. I don’t know why, I don’t know how he did it. But he did. Without noticing.  

If we believe in ourselves, all the problems will be gone. Our inner problems will disappear. Maybe I just needed a little faith. A little push to move forward.
And that stranger helped me. He just hugged me. He just send me light. And I felt new. And ready to move on."


Com isto vou voltar à meditação. Vou voltar a deixar fluir os meus pensamentos. E, espiritualmente, vou seguir em frente. Estive quase a desistir. Mas os Deuses chamam por mim. E eu tenho de seguir com isto! Custe o que custar!   

Mariquices minhas

"Tens um encanto qualquer. Tens algo. Não sei definir. Mas gosto. Gosto que me dês guerra. Que sejas difícil. Que me dês luta. E que desapareças e me deixes com este gostinho na boca…
Tenho vergonha de falar contigo. Sou tímida. Apesar de não parecer, sou. Apetece-me dizer te tantas coisas… que gostei de ti. Que sou louca pelo desconhecido. E tu és o desconhecido. O mistério. A interrogação constante. Gosto disso. Gosto de desejar quem não posso. E de não poder ter quem quero."

Sou estranha não sou? Pois... Welcome to my world.

Uuuhhhuuuhhh


Mantra


(Mais um) Fim de semana histórico

Hoje acordei com um turbilhão de temas possíveis para falar no blogue. Acordei inspirada! Uff… há muito tempo que isto não me acontecia! Que alegria! (tenho temas para toda a semana!)

Este fim de semana mais uma vez contém historias para contar. Os meus sábados à noite começam a ser um vicio. Tal como disse num post anterior, fui convidada para jantar fora sem saber para onde ia. E com obrigatoriedade de tacões. Pois assim o fiz.

Em casa, depois de um dia de trabalho tão tranquilo como num típico sábado, lá escolhi – com muito esforço – algo mais ou menos chique para vestir. E só pensava que queria ir de calças de ganga e sapatilhas… mas lá fui de calças azuis, top laranja aberto nas costas e os meus tacões. Não estava super chique mas estava eu-em-modo-arranjadinho. E levava comigo as sapatilhas para depois!

Acabei por estar de penetra num aniversario do chefe do meu amigo. Penetra não, vá… acompanhante do amigo. E passei tão bem, mas tão bem, que já não me lembrava como era falar com 20 pessoas ao mesmo tempo numa mesa de jantar.
Jantamos no Buda Espai Andorra, que além de discoteca também tem uma zona com restaurante e efectivamente estivemos muito bem, comemos muito (e) bem e foi super divertido! Cheguei a não conhecer ninguém e acabei por conhecer e falar com toda a gente! (típico da minha pessoa)


A grande maioria eram provenientes da Índia. Acabei por falar inglês com eles e como aqui em Andorra não é fácil alguém falar perfeito inglês, tive propostas de trabalho e tudo!
(agora que me quero ir embora é que chegam as propostas)… 
Dancei, bebi, trouxe presentes para casa… estava num jantar onde todos trabalham com tecnologias e informática. Pois obviamente levei a minha super-máquina-descartável e foi uma animação! Acabei por receber uma flor de lavanda, uma maquina de fotos feita de açúcar (fazia parte da decoração do bolo) e mais algo extra que acabei por trazer do restaurante! Ihihihih
Acabamos na discoteca Festa Andorra até de manha! Foi dançar, pular, beber até não poder mais! Quase todos trabalhavam no dia seguinte. E todos se aguentaram muito bem!

No domingo, acordei primeiro às 11h da manha cheia de fome… fui comer e voltei para a cama. Adoro fazer isso e começa a ser um vicio. E dormi de novo até às 15h da tarde.
Estava decidida a arrumar a casa toda porque espero bem que os moveis cheguem esta quarta-feira. Fui comprar tabaco e almoçar (às 18h da tarde) com o meu amigo e voltei para casa…para arrumar tudo!

Fiz uma limpeza geral e drástica em casa. Roupas arrumadas, mudei o armário de sitio (ainda está por montar), limpei vidros, aspirei o colchão emprestado, organizei as minhas paneleirices e só me faltou passar a ferro. Mas quando terminei de arrumar eram as 11h da noite! Estava de rastos! Mas contente por ter a minha casinha toda limpa e perfumada!
Falei com os papás pelo Skype e fui para a cama dormir que nem uma princesa adormecida.


E hoje acordei cheia de vida! Com sono claro… mas cheia de energia, cheia de pensamentos estranhos mas felizes. Adoro estar assim! Cheia de vontade de viver!
E como é obvio, estou ainda mais feliz porque só tenho mais esta semana para trabalhar que depois me voy!!! Férias! Portugal me espere!!!      

Random things I like


Adoro flamingos...


Adorei este conjunto.


I hate reality!


Para depois das férias!


Real truth.


Ahahahahah 


Decorar assim, dá gosto. 

Música linda



"Agora não vou mais chorar 
Cansei de esperar 
De esperar enfim 
E prá começar 
Eu só vou gostar 
De quem gosta de mim..."

Tudo vai ficar bem...

Estou oficialmente a uma semana de férias. Estou a zero. Acabou o tabaco. Estão a acabar o leite e os cereais. Está a acabar a água. Só tenho duas coxas de frango e umas batatas para este fim de semana. Sobrará atum e massa e arroz para a próxima semana. Como tenho (ainda) um pouco de queijo/fiambre/presunto poderei fazer sandes. Espero ter dinheiro para comprar pão. E assim estou.

Mesmo assim, ontem convidaram-me para jantar fora. Comi uma “caldeirada de febras”, uma invenção que o (ainda) marido decidiu preparar. Também está igual de pobre como eu e em momentos destes inventa-se o possível com o que há em casa. E posso dizer que estava bem boa!

Hoje convidaram-me (outra vez, outra pessoa) para jantar fora e para sair. Há festa num povinho aqui ao lado e lá vou eu. “És rapariga, podes cravar cigarros!” disse-me. Pois sim, vou ter de recorrer ao charme este fim de semana… Puta miséria! – perdoai-me o palavrão…

Mas não fico em casa! Seria meio caminho para entrar em depressão e loucura. E outro meio para fumar ainda mais (dos meus poucos cigarros) e ficaria oficialmente sem tabaco para toda a próxima semana. Não. Não fico em casa hoje!

E amanha vou tirar o dia para arrumar tooooda a casa! Deixar tudo preparado porque se Deus quiser (e a Fernanda também e o seu querido filho), irei ter os meus moveis na próxima quarta feiraaaaaaaaaaa!!!! Nem acredito! Alias, não acredito mesmo. Só vou acreditar quando vir o outro a montar os meus moveizinhos mai lindos! 

Por isso amanha vou andar a lavar a roupa toda, vou – por fim – passar a ferro toooda aquela montanha que tenho escondida e vou deixar tudo limpinho para, se tudo correr bem, ter os meus moveis em casa!

E como já é tradição, uma semana antes de ir de férias… começo a preparar a mala. Prova roupa, prova sapato, colarzinho, lenço para combinar… enfim… sou mesmo gaja! E adoro fazer estas coisas!


Por isso… não há NADA que me faça ficar triste. Não há miséria de merda que me estrague os meus momentos de felicidade! Não há falta de dinheiro que me faça desanimar! Choro! Claro que sim… a vida é filha da puta. Mas aguento! E hei-de aguentar até ao fim! Porque acredito que melhores dias virão. Porque acredito que tudo irá ficar bem. Porque acredito que eu vou conseguir ultrapassar isto tudo! Porque acredito em mim!  

LOL


Aquilo que faço vs Aquilo que sou

Cá estou eu com os meus pensamentos fantásticos de querer ir me embora e tentar descobrir para onde irei. Não. Não decidi nem vou decidir em cima do joelho. Não quero fazer isso. Mas sou uma nómada. E sei que não fico aqui por muito tempo. Mas este “muito tempo” pode muito bem ser mais de um ano.  Como posso ser despedida e ser um mês. Por isso não faço planos.

O trabalho aqui está a correr bem. Adoro o que faço. Dentro dos possíveis da crise, a empresa não está mal. Vivemos da crise. Compramos ouro a quem não tem dinheiro. Damos dinheiro às pessoas que o necessitam. E, ainda que isto seja um negocio, acabamos por ajudar quem precisa. Tenho clientes maravilhosos aqui. Que me contam as suas historias, que me tocam no coração, que me dizem para que querem o dinheiro e outros que, com muito pesar, me contam as historias das suas jóias. Muitos deles, vendem pouco a pouco o seu ouro. Não querem vender tudo de uma vez porque como o ouro é uma constante mudança de valores, num dia podemos perder tudo e no outro sair a ganhar. Quem já vendeu o seu ouro não perdeu muito. Neste momento o ouro está a baixar tanto (e especialistas informam que continuará a baixar até finais de 2014) que as pessoas só vendem mesmo quando precisam! Já não é uma questão de “investir” na venda e ter dinheiro extra. Porque na verdade, já não compensa. Neste momento perde-se dinheiro. Se se vende agora. Mas obvio que todo o ourinho que aparece aqui, eu tenho de comprar. É o meu trabalho. É o meu salário. E muita gente não entende isso. À parte das cotações e afins, há um local para pagar, a luz, a internet, o salário da funcionaria… tudo isso são gastos. Já para não falar de um pequeno lucro que também é necessário para que uma empresa funcione.

Esta é a realidade dos factos. Pagamos o justo. Há uma cotação do momento. Fazemos contas e pagamos. Não há falcatruas, não há enganos. É preto no branco. Está tudo muito fácil de ver na internet. É um trabalho impossível de enganar. Como muito podemo-nos enganar a saber (com ácidos, balanças de agua, etc.) o tipo de quilatagem. Mas até nisso é quase impossível. Quem trabalha há muito nisto (como eu) sabe bem quando uma peça é ouro ou não. Bom ou não. Alta ou baixa quilatagem.

E quando chegam “esses” clientes que dizem que o ouro deles é o melhor, de 24k. E afinal verificamos e não é mais do que 18k ou 19k. E às vezes 14k!! (aqui há franceses espectaculares, mas há outros que só uma espingarda na testa os salva) Isto não é “ouro bom”! É peça boa! Se for bem trabalhada. É de confiança! Se tiver marca da fabrica e/ou contraste. Mas a quilatagem será sempre o que importa neste trabalho! Compra-se a grama, a peso e a quilatagem.


E isto é o meu dia e dia. E gosto muito do que faço. Porque apesar de tudo, acabo sempre por ajudar alguém todos os dias! :)
E é isto que me mantém em Andorra. Este trabalho. Poder acordar todos os dias pela manha e gostar do que vou fazer durante as próximas 8 horas. Dedicar-me a 100% a este trabalho. Como se fosse meu. E gosto. E isso nota-se. E os clientes vêem isso.

No dia que isto termine, será esse o dia da minha partida. No dia que deixe de gostar do meu trabalho, do que faço ou mesmo que me mandem embora…esse será o dia que irei embora daqui. Com ou sem moveis. E aí sim, já decidirei para onde vou.
Até lá, aproveito cada momento aqui. Cada historia que me contam. Cada jóia que compro e adoro destruir. Cada quantia de dinheiro que dou. Cada sorriso que “compro”. Porque é isso mesmo. Compro sorrisos. Dão me ouro em troca e eu dou sorrisos e vidas mais tranquilas. Ainda que seja temporariamente.

Enquanto gostar disto…não tenho coragem de me ir embora. 

(Mais) Pensamentos a estas horas...

Preciso de falar ao mundo. Preciso de soltar energia. Ando preguiçosa. Não me apetece fazer nada. Desde que tenho a tábua de passar a ferro ainda não tive coragem de começar a passar aquela montanha de roupa. Estou a 9 dias de estar oficialmente de férias. Devia começar a pensar em arrumar tudo e deixar tudo limpo e preparado. 
Comprei flores para a cozinha – o único compartimento da casa totalmente pronto – e cheira a primavera. Os moveis não chegam e já estou a desesperar. Já lá vão quase 2 meses… a dormir no chão, a comer numa mini-mesa e a ver filmes sentada no tapete do chão da sala. Começo a precisar de coisas. Mas não me posso queixar muito. Aos poucos a coisa está a andar. Agradeço tudo o que tenho neste momento. Já chegará tudo aos poucos!

Confesso que estou a ficar ansiosa por ir de férias. Preciso muito de uns dias de praia e sol e mar. Tenho pena de ainda não ter feito a tatuagem. Mas agora terá de esperar para quando voltar. Quero apanhar muito sol e sei que se tiver a tatuagem depois terei de ter mais cuidado. Por isso agora espero. E já que estou numa de confessar coisas… posso dizer que tenho umas rastas pequeninas a nascer no meu cabelo. Comecei a fazê-las há dois dias. Ontem lavei o cabelo e mesmo assim aguentam-se bem. Como tenho muitos caracóis é fácil se manterem tesas. E estou a gostar muito. Para já não tenho muitas porque quero ver primeiro se gosto e se me dou com elas. É uma coisa que leva o seu tempo. Que precisa dedicação e cuidado. E ao mesmo tempo desleixo. Porque eu, que tenho muito amor ao meu cabelo, estou a arriscar me a estragá-lo por um capricho. Mas enfim… já crescerá depois! (isto se o tiver de cortar depois – o que será muito provável)

Preciso disto. De fazer loucuras. De aceitar os meus caprichos. Devo estar na fase da adolescência aos 25 anos! (ahahaha) Digamos que estou com vontade de fazer tudo agora! Não com a pressa e o impulso que tinha antes. Não, estou mais responsável. Mas ao mesmo tempo quero e preciso de viver! Comecei a ter a minha casa. As minhas coisas. Os meus filmes preferidos. As minhas musicas em repeat. A casa ao meu gosto. Sem obrigações. Sem planos. Sem rotinas. Gosto disto. Cada dia gosto mais de estar sozinha. E estava a precisar disto. Deste tempo. Desta temporada. Deste Verão.

Não tenho planos a longo prazo. Mas não descarto a hipótese de um dia ir embora daqui. Mas não tenho pressa. Enquanto o trabalho continuar assim no bom caminho, enquanto conseguir viver aqui sem passar (muita) fome, enquanto estiver bem, ficarei aqui. Quero usufruir dos meus moveis que estão ainda por chegar. Quero poder decorar a casa ao meu gosto. Quero continuar a sair ao fim de semana. Continuar a dançar. A beber. A divertir-me. Podia fazer disto uma rotina. Onde apenas o local muda. E as pessoas, talvez. Mas esta rotina do “estar bem” chega-me. Há dias maus. Claro que sim. Mas mesmo quando chove, aprendi a sorrir. Mesmo quando o dinheiro acaba, aprendi a viver com o que tenho. Mesmo quando me sinto sozinha (há muito que não me sinto assim), aprendi a fazer coisas. Aprendi a fazer coisas como limpar a casa com amor e sem resmungar, a dançar sem ninguém estar a ver, a cantar alto, a ver um filme e chorar sem ninguém se rir de mim, a vestir e despir roupas e provar acessórios que tenho em casa e que pouco uso. Aprendi a valorizar tudo o que tenho. Aprendi a cuidar me. A gostar da minha pessoa. Daquilo que sou.

Com isto tudo, com esta evolução, não sei se consigo ter alguém outra vez. Pelo menos não está nos meus planos tão cedo. Não consigo. Não quero. Estou a gostar desta liberdade que toda a vida ansiei. Que toda a vida quis. E sempre me proibi a mim mesma de fazer coisas. Porque a sociedade. Porque os meus pais. Porque o namorado. Porque os amigos. Agora… agora não me importa nada disso. (sei que vou levar bronca quando chegar a Portugal com rastas, mas enfim…adiante.) 

São as minhas opções. Gosto delas. E se um dia fizer algo que depois pense que foi errado, serão as minhas consequências. Será o seguimento desta aprendizagem. De momento não tenho feito nada que me arrependa. Estou a dedicar-me a mim mesma. E tudo o que faço é para mim e comigo. E até agora estou a gostar.

Depois há o marido. Que está aí. Mas não está. Que pergunta se estou bem mas não sufoca. Que não pressiona. Gosto disso. Gosto desta “coisa” (ainda sem definição) que temos. Mas não quero nem pensar em compromissos e relações serias. Não quero isso agora. Não mesmo! Quero esta liberdade que me preenche e me faz feliz. Sim, não saio com amigos, não tenho com quem partilhar as minhas coisas, não tenho…companhia. Mas estou tão bem assim que nem isso me incomoda. E antes incomodava muito. Antes entrava em pânico (literalmente falando) quando me sentia sozinha. Tinha medo da solidão. Medo que me acontecesse alguma coisa. Já não tenho medo. Já não me incomoda estar sozinha. Já não tomo calmantes sequer. Deito me cedo e durmo bem.


Esta noite, feita parvinha, deitei me na cama e a primeira coisa que pensei foi, “e se morro? E se amanha já não acordo e morro a dormir?”. Ri me de mim mesma, mandei me à merda e virei me para o outro lado. 
São momentos como este que me assustam. Mas depois penso….vou é agradecer todos os dias que acordo bem, com o despertador a tocar mil vezes antes de sair da cama e que estou feliz. E tenho saúde. E família. E uns poucos trocos no bolso. 
O pouco que tenho é muito. É suficiente. É o essencial. E é o que me faz feliz.     

Dream on... White...






















Fotos retiradas do Pinterest! :)

O jogo da garrafa em shot :) gosto!

Coisas da vida

Mudando de tema… já tenho uma tábua de passar a ferro! Finalmente já não vou ter de passar a roupa na banca da cozinha! E em breve já vou ter os moveis em casa! (parece que não vou ter é o sofá…) mas não faz mal... aos poucos as coisas compõem se! E estou muito feliz. E tudo esta a andar. Devagarinho mas a andar.

Também tenho um caixote do lixo para a casa de banho que (também) não tinha!

E descobri que as minhas Velux abrem mais do que eu pensava! E já posso ver as estrelas sem ter um torcicolo no pescoço!  

E já mudei a terra à minha planta que dura e dura e dura… como nenhuma planta durou nas minhas mãos! Está linda!

E cada dia gosto mais da minha casa! 

Cada dia vou cuidando mais e muito de tudo o que tenho. E valorizo cada pedacinho que vou conquistando. Está tudo a ser com muito esforço. Mas estou a conseguir! Estou mesmo orgulhosa de mim! Muito mesmo!


Nunca pensei ser tão forte! Tão corajosa. Tão…diferente daquilo que me via antes! Huuummm estou feliiiiiiiiizzzz!!! Não me tirem isto, por favor! Este animo que vai aqui dentro! Adorooo! :)


Coisas do coração

Mais um fim de semana que passou... e mais historias para contar e reflectir. Desta vez não tenho fotos, mas tenho uma boa memoria que me fará recordar estes dias que passaram até ao fim dos meus dias. Sai de novo. Bebi de novo. Começo a gostar deste pequeno habito de sair ao sábado à noite e dançar e divertir-me e perder-me por aí. Preciso disso para que os dias em Andorra não sejam tão difíceis. 

Este fim de semana saí com o marido/ex marido/melhor amigo/mais que amigo/não namorado. Continuo sem saber como defini-lo. Não há definição possível para esta relação. Não há mesmo. Por mais que tente procurar. Estamos casados ainda. Sim. Mas já não vivemos juntos, nem estamos juntos, mas estamos. Vamos estando. E damo-nos muito bem. E pronto. O que importa é estar bem, não é? E a verdade é que estou bem. Estamos bem. E o álcool por vezes ajuda. Ajuda a falar, a dançar, a caminhar muito pelos bares e discotecas de Andorra. E a agir. 

E depois chegam conversas estranhas. Pessoas desconhecidas que, apesar de saberem que estamos separados, nos vêem juntos e comentam que somos feitos um para o outro e, mesmo quem não me conhece diz “a culpa é tua! Por tua culpa é que não estais juntos”. E eu penso “que bruxaria é esta?”, “como sabem?”…

Não sei explicar o que sinto. Encontro mil defeitos para me afastar dele. Penso em duas mil coisas que me façam não querer voltar para ele. Mas no fim…caio nos braços dele. Sempre. Sempre que estamos juntos.

O meu eu interior diz me para não fazer nada. Para seguir com os meus planos. Para estar sozinha. Aproveitar a liberdade que tenho actualmente. E continuar a minha aprendizagem. Mas depois aparece o meu coração que me diz para não esconder o que sinto. Para me perdoar, desbloquear e seguir em frente. E fico assim. Confusa. Sem saber bem o que fazer.

Depois penso que o melhor é não pensar em nada. Estamos bem assim e o melhor é mesmo deixar andar. Eu não quero mais ninguém, ele também não. Mas não estamos juntos. Porque a mim… dão me arrepios só de pensar em compromissos outra vez. Não gosto desta palavra. E assusta-me. E não quero falar disso. Se penso em compromisso, desisto de tudo o que temos.

Mas a verdade é esta. Somos unha e carne. Cocó e mosca, como disse ele uma vez. E as piadas, os olhares, as meias palavras… nisso somos um para o outro. Encaixamos na perfeição. E esta cumplicidade que temos vê-se. E é por isso que as pessoas dizem que vamos voltar e mais não sei o quê. E em certa parte têm razão. Porque estamos separados. Mas juntos.

Que confusão! Deixo me ficar por aqui. Se penso demasiado estrago tudo. Como sempre.    




Ideias IKEA


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(procurar cor wengué)


Gosto de todos!!!


Uma ideia googlada!


Mantra. 

Disto e mais aqui.