Escondo me num mundo só meu
quando estou mal com o mundo. Não um mundo qualquer, cliché de toda a gente. Fico
mesmo dentro da minha bolinha. Fecho me a tudo e a todos num casulo quando
sinto que não tenho forças para continuar na vida real.
Há momentos que parece que preciso de ajuda psicológica. Momentos que penso que deveria ir a um psicólogo ou psiquiatra para tratar-me. E, é nesses momentos, que mais me fecho nessa bolinha e esqueço-me desses pensamentos disparatados. Hoje senti exactamente isto.
Há momentos que parece que preciso de ajuda psicológica. Momentos que penso que deveria ir a um psicólogo ou psiquiatra para tratar-me. E, é nesses momentos, que mais me fecho nessa bolinha e esqueço-me desses pensamentos disparatados. Hoje senti exactamente isto.
Senti-me
literalmente sem forças. Têm sido uns dias muito estúpidos de dores. Doem me os
dentes, a cabeça, o musculo de uma perna, um dedo do pé, chegou me o período mais
cedo e por isso também me dói um pouco a barriga. A sério? Não chega?!? Então decidi
apagar todas essas dores.
Depois tenho indecisões na minha vida. Não sei que rumo seguir, não sei o que fazer. Mesmo sabendo que para já não posso fazer rigorosamente nada! Decidi apagar e abstrair me de todos esses pensamentos.
Livrei me de tudo. E senti me tão leve!
Depois tenho indecisões na minha vida. Não sei que rumo seguir, não sei o que fazer. Mesmo sabendo que para já não posso fazer rigorosamente nada! Decidi apagar e abstrair me de todos esses pensamentos.
Livrei me de tudo. E senti me tão leve!
Cheguei a casa,
depois de mais uma manha de trabalho muito tranquila e pensamentos a mais. Decidi calar
a minha mente. Mesmo. A partir do momento que entrei em casa mentalizei-me que não iria,
nem por um momento, pensar em nada. E realmente funcionou. Foi uma sensação de
vazio mental e espiritual. Pus me a fazer o almoço concentrada no que estava a
fazer, em silencio. Nem tinha ligado a tablet. Cozinhei, pus a mesa pronta e aí
sim, conectei-me para por um filme a dar enquanto almoçava. (não, não tenho
televisão)
E assim passei a
minha hora de almoço. Abstraída de tudo e de todos. Com o filme a passar, que
por sinal gosto muito (Vicky Cristina Barcelona). Calmamente o tempo foi
passando. Calcei me, fui me arranjar à casa de banho e vim trabalhar.
Estou
completamente em estado zen. Estou tão bem que me sinto a flutuar.
E os pensamentos estão tão mas tão fechados que nem os oiço. Quero paz. E se tiver de me fechar numa bolinha todos os dias para estar bem, assim o farei.
Começo a ficar esgotada de pensar. Começo a assustar-me com o meu corpo a pedir me mudança e movimento. Porque eu entendo o meu corpo. Entendo todas e cada uma das minhas dores. São pedidos de ajuda. Cada uma tem o seu significado. E eu já me conheço muito bem. Graças a estes meses sozinha, tenho me conhecido de tal maneira como nunca antes o tinha feito. E isso é tão bom! Tão positivo! Quero estar assim. Sem pensar em nada. Abstrair me de tudo o que me incomoda.
E os pensamentos estão tão mas tão fechados que nem os oiço. Quero paz. E se tiver de me fechar numa bolinha todos os dias para estar bem, assim o farei.
Começo a ficar esgotada de pensar. Começo a assustar-me com o meu corpo a pedir me mudança e movimento. Porque eu entendo o meu corpo. Entendo todas e cada uma das minhas dores. São pedidos de ajuda. Cada uma tem o seu significado. E eu já me conheço muito bem. Graças a estes meses sozinha, tenho me conhecido de tal maneira como nunca antes o tinha feito. E isso é tão bom! Tão positivo! Quero estar assim. Sem pensar em nada. Abstrair me de tudo o que me incomoda.

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