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Um caso de dentista

OK. Hoje estou melhor. Eu avisei que apenas seria um dia mau. E foi um dia mau com um final feliz. Tudo vai da maneira como vemos a vida. E eu estou a aprender que a vida tem momentos maus, sim, mas que são ultrapassados se fizermos por isso. Se formos positivos. Se acreditarmos que “tudo vai ficar bem”. Porque no fim, acaba tudo por ficar bem.

Tenho um novo “problema” na minha vida. Nada que não se resolva. (daqui a 15 dias quando receber o salário…)
Ando mal dos dentes. Nas férias parti um dente e este menino (ou meio menino agora) está me a atacar um nervo que me chega a um ouvido. E tenho tido dores horrorosas. Mas a verdade é que, como já descobri o que me faz doer, passei a comer do outro lado da boca, passei a comer mais devagar e em menos quantidade para nunca “atacar” esse nervo que me põe os nervos em alta e me dá arrepios. E mal receba no próximo mês, marcarei consulta no dentista para tratar disso. (neste momento tenho a minha conta em modo tristeza)

Ando em busca de um dentista bom por aqui. Em Andorra, a fama dos dentistas é péssima e eu, que sou uma pessoa que tem pânico (literalmente falando) por dentistas, preciso de encontrar uma clínica que valha a pena. Encontrei uma no centro que tem site na internet, tem 2 doutores classificados com estudos, diplomas e têm ambos muito boa cara. Tenho fé que sejam esses os senhores que vou escolher para tentar arranjar os dentes aqui.

Pago o que for preciso por não ter dores quando me sentar na cadeira. Em Portugal, tenho testemunhas que ameacei o “meu” dentista preferido, o Dr. João, de lhe partir a mota (que era nova na altura) caso me magoasse. E a verdade é que o rapaz (um jovem jeitoso e casado há pouco tempo) faz um excelente trabalho. Nunca me magoa, é super cuidadoso e trata me muito bem. (acredito que seja porque me põe quilos de anestesia mas eu não me importo desde que não sinta nenhuma dor)…

Ora aqui em Andorra não poderei ameaçar ninguém (ou sim…) e por isso, tenho de encontrar alguém que seja profissional, que não me diga o que me faz, que não tenha espelhos porque eu de-tes-to ver a minha boca aberta a partir daquela luz estúpida que tenho sempre em cima de mim. (o “meu” doutor preferido em Portugal põe-na estrategicamente colocada para eu nunca ter reflexo!)

Espero ter sorte na escolha. Quero que seja homem. (são sempre mais sensíveis com as mulheres) Quero que esteja tudo limpo. Que seja simpático. E acima de tudo que NUNCA me diga o que está a fazer. Nem NUNCA me mostre os materiais que usa. E NUNCA me mostre sangue.


E estas são as condições. Não sou muito exigente pois não? Eheheheh 


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