Nada nem ninguém me fará ir abaixo! Nunca mais!
Mas hoje preciso de ti. Preciso que me cuides e me faças esquecer as coisas menos boas que me acontecem no dia a dia!
Amanha estarei como nova! Hoje só consigo pensar negativo. E nao quero isso! Ajuda-me.
Com muito gelo e sumo de ananás, por favor. E sozinha em casa. No meu mundo.
Neste momento nao me recomendo...
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Aiiiii... é o amoooooorrrr! Ai ai ai é o amoooorrr... é o amoor!!!
Ok, vamos por
partes que hoje o tema é complicado!
Eu não acredito no amor. Bem, acredito no amor mas não para toda a vida. (e menos ainda nos tempos de agora) Pelo menos não para mim. Se eu já me canso da mesma roupa numa temporada, imaginem um amor… toda a vida com o mesmo? Bacalhau com natas todos os dias? (piada parva, eu sei) Não é para mim! Mas… acredito nas pessoas. E na sua capacidade de amar. Acredito que nem todos são como eu. E não se cansam depressa, como eu… Ora bem…como explico isto??...
Em relação a mim,
sei que me canso/cansarei da mesma pessoa toda a vida!
(ou então ainda não encontrei
aquele que me faça querer ficar para sempre mas pronto, este não é o tema!)
Mas adoro o amor dos outros!! E acredito nesse amor!!
Ora bem, no meu caso, amo os meus pais. Isto também é amor. E amo-os do fundo do coração.
Um amor indescritível! Também amo os meus amigos, mas aqui entra uma duvida…amo
os meus amigos enquanto vejo que são meus amigos, presentes, agora mesmo. Porque
muitas vezes, certos amigos desaparecem, seguem o seu rumo e todas as historias
lindas que vivemos ficam no passado. E esse amor também. Vai-se. Fica um
pedacinho da lembrança dos lindos momentos mas esse amor…desaparece aos poucos.
Tenho um grande
amigo. De muitos anos. (e não, não é aquele da historia de amor)… é um amigo
que estudou comigo, no secundário. Por mais que haja uma enorme separação entre
nós, por mais que nos tenhamos separado (culpa da lei da vida), hei-de amá-lo sempre. E quando
penso neste amigo, lembro me de outro, um pouco mais recente (da época universitária)
mas que também esteve aí para mim. Sempre. E eu para ele. Até ao dia que tivemos de nos
separar…também por questões da vida…
Eu vejo isso como amor! Por mais que o tempo passe, por mais que a distancia separe os corpos, o amor pode existir. Assim como a saudade. Como sinto a falta destes dois… que a vida fez questão de mos levar… Puta! (a vida)
Eu vejo isso como amor! Por mais que o tempo passe, por mais que a distancia separe os corpos, o amor pode existir. Assim como a saudade. Como sinto a falta destes dois… que a vida fez questão de mos levar… Puta! (a vida)
Mas… continuando
aqui a reflexão. Quando se trata de amor no sentido relacionamento a dois, um casal e tal, não consigo ver-me como uma pessoa a ter este amor (como o que sei
que tenho por estes dois amigos)
Talvez pela obrigação, pelas justificações. Talvez sempre tenha visto o amor-a-dois como algo “prisioneiros” um do outro. Eu por ti e tu por mim e ninguém mais no meio. E não é assim de certeza. Pelo menos não tão dramático como o pinto eu…
Talvez pela obrigação, pelas justificações. Talvez sempre tenha visto o amor-a-dois como algo “prisioneiros” um do outro. Eu por ti e tu por mim e ninguém mais no meio. E não é assim de certeza. Pelo menos não tão dramático como o pinto eu…
Em relação às
outras pessoas… adoro historias de amor. Felizes! Adoro quando me contam “olha,
estou apaixonado/a” ou “acho que paira algo no ar” ou mesmo quando me dizem “estou
feliz com ele/a”… fico tão feliz com o amor dos outros! É algo que me enche a
mim de amor também!
Quando vejo os
meus pais abraçados ou mesmo quando o meu pai apalpa o rabo à minha mãe na
minha frente… são pequenos gestos que me enchem o coração. De amor, de alegria
e de risos! Ou quando vejo na rua um casalinho jovem aos beijos e apalpões sem
sequer darem importância a quem está a olhar… adoro isso! Acho bonito, romântico.
Não o vejo como algo mau… são jovens inocentes… que amam sem preocupação! Adoro
isso!
Ou mesmo, desde
pequena, vejo os meus padrinhos (já com os seus mais de 60 anos – não gosto de
pensar que já passaram os 60 porque sim, já passaram, há muito tempo)…
Lembro-me de, desde pequenina, vê-los de mãos dadas, sempre aos beijinhos um com o outro, sempre agarrados… sempre quis isso para mim.
Lembro-me de, desde pequenina, vê-los de mãos dadas, sempre aos beijinhos um com o outro, sempre agarrados… sempre quis isso para mim.
Mas a vida tem me
dado tantas lições/ilusões/desilusões que aprendi que esses amores são raros. Ou
já não existem. E fico triste com isso. Mas tenho esperança. Que um dia tudo
seja amor. Que todos os amores durem e sejam felizes para sempre.
E quanto a mim…
serei feliz e amarei ver o amor dos outros! Porque estas coisas a mim
seguramente não acontecerão… culpa minha? Talvez. Porque também não deixo. Porque
não quero. Porque me contento com a felicidade dos outros, daqueles que estão à
minha volta! Sou assim mesmo. Amo o amor, mas não sei amar!
Mentalidades. Limites. Sexo. Liberdade.
Para quem ainda não
se apercebeu, eu só escrevo coisas pessoais aqui quando preciso de pensar, de
desabafar, de retirar todos estes pensamentos que me atacam de vez em quando. Quando
estou mesmo bem e nada me incomoda acabo por escrever menos e por postar mais
imagens! Quase sempre felizes! Ou inspiradoras. Ou sobre sexo.
Estou na fase feliz. Na fase onde os pensamentos são bons e por vezes perversos até, o que me dá um pouco de comichão partilhá-los não vá a gente criticar, como já o fizeram só por ter dito que gostava de sexo aqui no blog. (gente mesquinha)
Por vezes penso
que tenho uma mentalidade aberta demais. Não tenho problemas em falar sobre
nenhum tema, sou muito liberal em certos assuntos e nunca digo não a novas
experiencias. Mas as pessoas “comuns” não são como eu.
(ou será que sou eu que ando nos lugares errados?)
(ou será que sou eu que ando nos lugares errados?)
É muito difícil ter
com quem partilhar as minhas ideias, as minhas fantasias e os meus desejos. E isto
não se aplica apenas ao sexo. Aplica-se a tudo! Uma aventura louca de fugir de
passeio com alguém, viajar a algum lado em low cost, passear sem destino por
perto ou mesmo subir uma montanha e ficar sentados ali, na conversa sem nada
mais.
Sempre há
contratempos. Sempre há algo. Falta de dinheiro. Falta de carro (por exemplo
para subir uma montanha). Falta de coragem. Falta de companhia. Por vezes tudo
se limita. E eu não tenho limites. A mim não me custaria nada pegar nos últimos
cêntimos que tenho e passar um domingo de folga na praia. Ir de manha e vir à
noite. Fazer algo diferente. Sair. Andar por sítios diferentes, fazer coisas
diferentes… sou assim mesmo. Detesto estar parada!
E por vezes é
frustrante não ter companhia. Mas depois penso: há tanta gente por aí que
faz as coisas sem precisar de companhia. Eu posso me habituar a isso. Posso ir
eu! Sem medo. Sem limite. E ver o que o destino me espera. Até agora tenho estado muito bem sozinha!
Aos poucos vou
mostrando o meu “eu” verdadeiro ao mundo real (fora da internet) e noto que
algumas pessoas se assustam. Outras levam para campos que não são exactamente
os mesmos que os meus (pah…dizer que gosto de sexo não quer dizer que vou já
foder contigo, ok?) E outras finalmente entendem, aceitam e gostam da minha
pessoa. E partilham ideias comigo.
Lamento que haja tanta gente mesquinha neste mundo. Com mente fechada, cheios de complexos e tabus. Acho que é desperdício de tempo e de vida!
Lamento que haja tanta gente mesquinha neste mundo. Com mente fechada, cheios de complexos e tabus. Acho que é desperdício de tempo e de vida!
Mas eu sei que
sou exagerada, não tenho mesmo limites. Mas gosto de ser assim. Não obrigo ninguém
a vir comigo ou a ser como eu. Só vem quem quiser e conseguir me acompanhar. Até agora estou a
ter bons resultados. Até agora são mais os que me aceitam do que os que me
acham “diferente”. Depois há aqueles seres humanos (?) que acreditam que só por
ser liberal sou fácil. Na na na… não sou de abertura fácil…e de pernas muito
menos!
Tenho muita
confiança em mim, tenho uma auto-estima muito positiva e acho que o “segredo” é mesmo
esse: aceita-te a ti mesmo/a e verás como tudo sairá bem! Comigo está a
funcionar! A vida não é um mar de rosas, mas queixarmo-nos tanto e vivermos tão
pouco também não dá com nada.
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