Não sei muito bem
o que se está a passar mas está a ser bonito. Só espero que dure. Porque me
estou a sentir muito bem. Será o (re)início de alguma coisa?...
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Oysho - for the night
Super fofo - top 9.50€
Modo menina - top 9.50€
Calças com ovelha - 16.50€
Esta já a tenho. T-shirt 9.50€
Amei estas calças - 16.50€
Isto porque descobri que tenho 3 pares de calçoes sem t-shirt para combinar (Verao) e 3 pares de calças sem t-shirt para combinar (no Inverno)... e uma t-shirt azul velha para combinar com tudo.
Pelo menos agora tenho a t-shirt do "yes tonight" para estrear sabado! Hummmm :)
*Preços de Andorra
**Site aqui*
Choque...
E é isto...
Todo bom. Gay.
Que se passa no Mundo???? Será que nós, mulheres, estamos a perder qualidades?
Todo bom. Gay.
Que se passa no Mundo???? Será que nós, mulheres, estamos a perder qualidades?
Uma longa reflexão
Ano 2013. Agosto.
Depois de 8 meses
de aprendizagem pura e dura (retratada muitas vezes aqui no blog), chegou a
hora de tirar conclusões, elações e decisões.
Em 8 meses fiz
imensas asneiras. Aprendi com todas elas.
- Aprendi a estar
sozinha a 100%. E gostei. Foi dos momentos mais assustadores da minha vida; não
foi nada fácil mas deu para conhecer-me. E muito.
- Aprendi a controlar crises de pânico sem
recorrer a chamadas telefónicas para “possíveis amigos” que estivessem por aí. Sozinha
em casa. “Respira. Calma. Tudo vai ficar bem.” E tudo ficava bem.
- Aprendi que as
pessoas fazem tudo a troca de alguma coisa. O ser humano é mesmo assim. Todos somos
assim. Até eu.
- Aprendi que há gente
boa. Mas 95% das pessoas são más. E isso vê-se quando há alguma zanga e/ou separação.
Seja de amizade ou de amor.
- Aprendi que os
momentos são isso mesmo. Momentos. Podemos estar com uma pessoa uma vez, mas
essa sensação/esse momento nunca mais se repete. (e eu achava que sim)
- Aprendi a viver
com pouco dinheiro. Ou nenhum. E aguentar-me.
- Aprendi a não gastar.
A comprar apenas o essencial. Seja em comida como em tudo (roupa, acessórios,
etc.)
- Aprendi a dar
valor ao que tenho. A dar valor ao que vou construindo sem ter aquela ansiedade
de querer mais. (e eu era assim...)
- Aprendi que por
mais que o emprego que temos seja um sonho, há sempre problemas. Sempre! Aprendi
a lidar com isso. E a não viver para o trabalho, mas sim a trabalhar para
viver.
- Aprendi que não
há homens de sonho. OK. Custou mas cheguei lá. Não há príncipes. E quanto mais
conheço outros homens, mais me dou conta que estou a deixar fugir um quase-príncipe-perfeito.
- Aprendi que por
muito que eu seja uma louca, uma tonta inconstante, uma florzinha de cheiro,
uma não sei mais o quê… vou ter sempre “aquele” homem ao meu lado. E devo
aceitar isso. E recebê-lo de braços abertos.
- Aprendi a falar
mais. A expor. A opinar. A não guardar para mim o que me incomoda. Porque assim
não vou a lado nenhum. (isto ainda está em processo…)
- Descobri que sou
super independente. Mas que preciso de ter sempre alguém a meu lado. É estranho
e não sei bem explicar isto. Ou seja: preciso de fazer tudo à minha maneira,
mas gosto de ter sempre alguém a dar a opinião. Não gosto que me contrariem mas
preciso de ouvir conselhos. (estou a aprender a ouvir mais)
- Descobri que
apareça o homem que aparecer, irei sempre compará-lo ao meu marido. Porque nunca
haverá nenhum que me entenda como ele. E, por causa disso, cheguei à conclusão que
o homem que me poderia acompanhar seria mesmo ele, o marido.
Descobri também que fico chateada se não entendem as piadas que um dia foram
minhas e dele. E por isso, nesses momentos, é quando sinto mais a falta dele. Quando
se ria comigo das piadas.
- Descobri que não quero
ter rotina. Não sou assim. Não sou de estabilizar na vida. Não sou de ter
aquele rumo típico que toda a mulher tem. Estudos. Marido. Casa. Filhos.
Não sou assim. Sou mais do tipo: trabalho – casa – festas - estudos – trabalho – festas – um amigo especial – sexo – passeio – trabalho – sexo - viagens – férias – casa. Tipo isto. (difícil não?)
Não sou assim. Sou mais do tipo: trabalho – casa – festas - estudos – trabalho – festas – um amigo especial – sexo – passeio – trabalho – sexo - viagens – férias – casa. Tipo isto. (difícil não?)
- Descobri que
gosto de andar a pé. Não sou de correr. Mas adoro passear a pé e ver pormenores.
Ver os pequenos detalhes da vida. E gosto de ter companhia quando o faço.
- Preciso de
aprender a cozinhar. Aliás, não é que não saiba. Mas preciso de ter vontade de
cozinhar. É um objectivo a cumprir.
- Preciso de
aceitar que estou a crescer. Ainda não o consegui fazer. Detesto pensar nisto
mas é uma realidade. Todas estas experiencias me têm feito crescer imenso como
pessoa. Estou mais adulta, mais cuidadosa, penso mais antes de fazer as coisas.
Finalmente (!!!) estou menos impulsiva (ainda em processo de melhora). Penso
antes de fazer as coisas. (também ainda em processo). Não tomo decisões drásticas.
(marco-as como sonhos ou planos futuros; não como “vou fazer isto já e agora!”)
- Preciso… de
voltar a amar. Ou melhor. De aceitar a ideia de amar. De voltar a construir o
meu coração. De acreditar de novo. E isto talvez seja o mais difícil. Porque sempre
acho que não mereço ou que não devo ou mesmo que não sou assim. Mas sou. Com ele.
Só com ele. E é difícil. Porque depois tenho as minhas crises parvas. Os meus
pensamentos do “eu estou é bem sozinha” ou “quero o meu espaço” ou mesmo “não o
mereço”.
Preciso de melhorar isto. De falar muito. De chegar a acordos juntos. De fazer as coisas bem. E falar mais ainda. De fazer coisas. Mais coisas. E mais coisas. E nunca ter rotina. Nunca cair no comodismo que é amerda de um casamento.
Preciso de melhorar isto. De falar muito. De chegar a acordos juntos. De fazer as coisas bem. E falar mais ainda. De fazer coisas. Mais coisas. E mais coisas. E nunca ter rotina. Nunca cair no comodismo que é a
- Preciso de voltar
a acreditar. Especialmente em "nós". Já me aceito tal como sou. Já sei como sou,
o que gosto, o que não gosto, os meus ideais, os meus planos, sonhos e desejos.
Já sei a minha essência. Agora…preciso de acreditar que consigo manter isto
tudo com ele a meu lado. E não será fácil. Mas eu consigo!
Já
passei por tanto este ano (que ainda não acabou) que estou preparada para o que
ainda está por chegar! Bom ou mau, vou aceitar o que vier de braços abertos. Porque
acredito que tudo irá ficar bem. Acredito em mim.
Um caso de dentista
OK. Hoje estou
melhor. Eu avisei que apenas seria um dia mau. E foi um dia mau com um final
feliz. Tudo vai da maneira como vemos a vida. E eu estou a aprender que a vida
tem momentos maus, sim, mas que são ultrapassados se fizermos por isso. Se formos
positivos. Se acreditarmos que “tudo vai ficar bem”. Porque no fim, acaba tudo
por ficar bem.
Tenho um novo “problema”
na minha vida. Nada que não se resolva. (daqui a 15 dias quando receber o
salário…)
Ando mal dos dentes. Nas férias parti um dente e este menino (ou meio menino agora) está me a atacar um nervo que me chega a um ouvido. E tenho tido dores horrorosas. Mas a verdade é que, como já descobri o que me faz doer, passei a comer do outro lado da boca, passei a comer mais devagar e em menos quantidade para nunca “atacar” esse nervo que me põe os nervos em alta e me dá arrepios. E mal receba no próximo mês, marcarei consulta no dentista para tratar disso. (neste momento tenho a minha conta em modo tristeza)
Ando mal dos dentes. Nas férias parti um dente e este menino (ou meio menino agora) está me a atacar um nervo que me chega a um ouvido. E tenho tido dores horrorosas. Mas a verdade é que, como já descobri o que me faz doer, passei a comer do outro lado da boca, passei a comer mais devagar e em menos quantidade para nunca “atacar” esse nervo que me põe os nervos em alta e me dá arrepios. E mal receba no próximo mês, marcarei consulta no dentista para tratar disso. (neste momento tenho a minha conta em modo tristeza)
Ando em busca de
um dentista bom por aqui. Em Andorra, a fama dos dentistas é péssima e eu, que
sou uma pessoa que tem pânico (literalmente falando) por dentistas, preciso de
encontrar uma clínica que valha a pena. Encontrei uma no centro que tem site na
internet, tem 2 doutores classificados com estudos, diplomas e têm ambos muito
boa cara. Tenho fé que sejam esses os senhores que vou escolher para tentar
arranjar os dentes aqui.
Pago o que for
preciso por não ter dores quando me sentar na cadeira. Em Portugal, tenho
testemunhas que ameacei o “meu” dentista preferido, o Dr. João, de lhe partir a
mota (que era nova na altura) caso me magoasse. E a verdade é que o rapaz (um
jovem jeitoso e casado há pouco tempo) faz um excelente trabalho. Nunca me
magoa, é super cuidadoso e trata me muito bem. (acredito que seja porque me põe
quilos de anestesia mas eu não me importo desde que não sinta nenhuma dor)…
Ora aqui em
Andorra não poderei ameaçar ninguém (ou sim…) e por isso, tenho de encontrar alguém
que seja profissional, que não me diga o que me faz, que não tenha espelhos
porque eu de-tes-to ver a minha boca aberta a partir daquela luz estúpida que
tenho sempre em cima de mim. (o “meu” doutor preferido em Portugal põe-na
estrategicamente colocada para eu nunca ter reflexo!)
Espero ter sorte
na escolha. Quero que seja homem. (são sempre mais sensíveis com as mulheres) Quero
que esteja tudo limpo. Que seja simpático. E acima de tudo que NUNCA me diga o
que está a fazer. Nem NUNCA me mostre os materiais que usa. E NUNCA me mostre
sangue.
E estas são as condições.
Não sou muito exigente pois não? Eheheheh
Bad day...Very bad day.
Precisava de desaparecer. Pfff...
Perdi as forças. Perdi a vontade. Perdi a coragem. Estou fraca. Estou mole. Estou perdida.
Quando me encontrar...volto.
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