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Under the table...


Coisas

Quero acreditar que aos poucos chego lá. Quero acreditar que vou conseguir. Quero acreditar que sou forte para lidar com tudo o que apareça na minha vida. Bom ou mau.

Sou/estou muito forte. Como nunca pensei chegar a ser/estar. Tenho uma vontade de viver enorme. Que não sabia que tinha. E noto isso a cada dia que passa.
Esta força interior que me “obriga” a andar para a frente. Os meus objectivos. Os meus ideais. Os meus sonhos.

Fui abaixo. Muito. Ontem foi horrível. Passei o dia todo com a cabeça em água. Desesperada. Mas hoje o sol voltou. Não sei por quanto tempo. Mas foi o suficiente para acordar mais feliz pela manha. E ter mais força ainda. E esquecer. Porque há coisas na vida pelas quais não podemos dar o mínimo de importância. Há palavras que o melhor é ficarem guardadas.

Por isso o melhor mesmo é ficar no meu canto. Fazer a minha vida e não me incomodar com coisas pequenas. A vida é muito curta.


E eu continuo a pensar, antes de dormir, que vou morrer…aliás, que não acordo. 
Enfim… Andorra põe-me assim… :/

Aiii... o karma...

Realidade da vida: 
Ele gosta de mim mas eu gosto do outro que gosta dela que gosta dele também. E são felizes.  


Vida real:
Quando eu disse a um “não me imagino contigo”… o outro disse-me a mim “não consigo imaginar me contigo.”

OK. É justo.


What a night!...

Foi bem difícil dormir esta noite… muito difícil mesmo. Voltas e mais voltas. A cabeça com mil pensamentos. Palavras deixadas no ar. Umas boas. Umas más. Umas assustadoras. Um adeus. Um “espero por ti”… uff! Não tenho cabeça para nada hoje. Estou psicologicamente cansada. Logo vai ser chegar a casa, banho, comer qualquer coisa e dormir. Hoje não me recomendo. Para ninguém.



Quem sabe... mas hoje, pelo menos, deixem me dormir! Esqueçam-me! Por favor. Que ninguém sonhe comigo!...

Chamada à realidade

E de repente a toalha cai. E fico ali. Nua. Petrificada. Sem saber o que dizer. Sem saber o que pensar. És um destruidor de sonhos. Um destruidor de mim. E eu não posso mais deixar me levar. Porque afinal a toalha sou eu. Quando está usada muda se para uma nova. Ou melhor...quando a toalha preferida fica seca, passada a ferro, como nova... troca se pela que se usava então...
Tantos sonhos... serei sempre assim... quando abro o coração levo uma facada como se fosse um nada. Uma mais. Uma apenas. Quando eu queria ser "a".
Por isso continuo a seguir o mesmo modo de pensamento desde há algum tempo. Sentimentos: off. Não existem. Não os quero. Odeio os. Tal como me odeio a mim por abrir uma janela do meu coração. Ainda que por um curto espaço de tempo.
Fiquei fraca de novo. Morri outra vez. Como tantas e tantas vezes morro. Quando me levas de volta à realidade. És um destruidor.

Tu. Sempre tu.

Só tu me consegues arrancar o romantismo que escondo. Só tu consegues fazer com que acredite que ainda tenho sentimentos cá dentro. Porque quando tu nao estás... o meu coraçao fecha-se. E só se abre (pouquinho) quando te vejo...quando te toco...quando te respiro.
Mas depois tu nao estás. E nessa ausência...desisto.

"What am I gonna do with you? Everything"



O que faria contigo? Tudo!

*Comer um gelado e falar contigo durante horas.
*Caminhar na praia e ver o pôr-do-sol contigo.
*Passaria toda a noite contigo, de mãos dadas, apenas a olhar as estrelas.
*Montaria uma tenda no meio do nada e passaríamos a noite juntos.
*Compraria uma auto caravana e iríamos os dois pelo mundo a viajar durante um mês inteiro!
*Raptava-te! (para sempre)
*Beijava-te.
*Diria todos os dias uma frase nova diferente de como te vejo e o que sinto por ti.
*Hoje “amo o teu sorriso”.
*Amanha “fazes-me feliz”.
*Faria amor contigo em todas as posições possíveis. Até nos cansarmos. E adormecemos esgotados.
*Ficaria horas a olhar para ti. Só olhar. E sorrir. Porque sorrir seria inevitável.
*Fazia um strip tease só para ti. Hummm…
*Fugia de casa só para te ver.
*Abraçava-te até doer os braços.
*Fazia te feliz.
*Amava-te para sempre. Como hoje. Mas mais. E para sempre.