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O virar da página
Hoje é o último dia em casa. O último dia como menina-maluca, o último dia como solteira-na-casa-dos-pais, o último dia a viver o dia-a-dia, em busca de algo que me faça ter vontade de viver.
Já encontrei o que todos procuramos. À custa de muito tratamento, à custa de muita dor, muitos pensamentos interiores, descobri que Portugal não é o meu sítio. Descobri também que o meu lugar não é sozinha no mundo. Descobri que não pertenço mais ao meu mundo imaginário mas que a vida real pode ser vivida com imaginação. Descobri que o amor aparece numa altura sempre errada. Erramos, estragamos tudo mas, por vezes, o autocarro passa duas vezes. Há quatro anos atrás errei muito, fui muito palerma, mas não me culpo. Tinha 19 anos. Quem não erra aos 19? Eu errei. Escolhi caminhos aos quais não me arrependo mas lamento tê-los cometido.
Hoje, aos quase 24, posso ver o meu crescimento. A evolução da minha pessoa. De menina para quase-mulher. E as escolhas são muito diferentes. Apesar do amor ser o mesmo. Tudo está diferente. A minha visão das coisas mudou muito. Mas no fim de contas, gosto dele como quando tinha 19 anos. Continuo a sonhar com um futuro risonho entre os dois. Na vida bela de um casal. Continuo a ter borboletas na barriga quando ele me toca ou me beija. Continuo a sorrir que nem uma parvinha quando falo com ele, quando o vejo. Isto é Amor, na sua simplicidade.
Começo agora uma etapa nova. A etapa do "saber lutar". A etapa do andar para a frente sem pensar em desistir. Sem pensar em fugir quando houver um problema (pois o amor não é de todo só rosas cheirosas). Começo uma etapa onde nunca irei dormir de costas para ele. Onde no lugar de uma discussão, haverá uma conversa que resolva tudo, sempre da melhor maneira. Onde as palavras feias não poderão existir. E o bom senso, confiança e cumplicidade farão parte do nosso dia-a-dia. Onde o Amor reinará.
Serei feliz. Chegou a minha hora. Eu acredito.
Já encontrei o que todos procuramos. À custa de muito tratamento, à custa de muita dor, muitos pensamentos interiores, descobri que Portugal não é o meu sítio. Descobri também que o meu lugar não é sozinha no mundo. Descobri que não pertenço mais ao meu mundo imaginário mas que a vida real pode ser vivida com imaginação. Descobri que o amor aparece numa altura sempre errada. Erramos, estragamos tudo mas, por vezes, o autocarro passa duas vezes. Há quatro anos atrás errei muito, fui muito palerma, mas não me culpo. Tinha 19 anos. Quem não erra aos 19? Eu errei. Escolhi caminhos aos quais não me arrependo mas lamento tê-los cometido.
Hoje, aos quase 24, posso ver o meu crescimento. A evolução da minha pessoa. De menina para quase-mulher. E as escolhas são muito diferentes. Apesar do amor ser o mesmo. Tudo está diferente. A minha visão das coisas mudou muito. Mas no fim de contas, gosto dele como quando tinha 19 anos. Continuo a sonhar com um futuro risonho entre os dois. Na vida bela de um casal. Continuo a ter borboletas na barriga quando ele me toca ou me beija. Continuo a sorrir que nem uma parvinha quando falo com ele, quando o vejo. Isto é Amor, na sua simplicidade.
Começo agora uma etapa nova. A etapa do "saber lutar". A etapa do andar para a frente sem pensar em desistir. Sem pensar em fugir quando houver um problema (pois o amor não é de todo só rosas cheirosas). Começo uma etapa onde nunca irei dormir de costas para ele. Onde no lugar de uma discussão, haverá uma conversa que resolva tudo, sempre da melhor maneira. Onde as palavras feias não poderão existir. E o bom senso, confiança e cumplicidade farão parte do nosso dia-a-dia. Onde o Amor reinará.
Serei feliz. Chegou a minha hora. Eu acredito.
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