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Espelho

Hoje olhei me ao espelho. Não como se olha normalmente para ver como estamos vestidos ou se temos os dentes limpos. Olhei para dentro. Olhei dentro de mim. E vi a verdade na minha frente.

Estou a viver exactamente como sempre quis. Estou a passar uma fase da minha vida onde estou a aprender a viver com o que tenho e não com o que quero ter.
Estou a ser aquilo que sempre desejei ser mas nunca consegui. Por influência de outros nunca pude ser eu. Parecia que não dava. Que não me deixavam.

E hoje. Hoje mesmo. Olhei ao espelho. Vi. Vi-me. A mim com os meus olhos.
Tenho tudo o que quero. (Também não quero muito). Sou feliz. Muito feliz. Sou paz. Paz interior.

Mesmo com os percalços da vida (porque os há) sinto me plena. Com tudo.
Vivo exactamente como sempre quis. E adoro esta sensação.

Hoje encontrei o meu eu interior. Aquele que estava mais perdido do que um GPS. Consegui vê-lo num momento de olhar no espelho.

Gosto. Gosto disto. Venha o que vier agora "eu"... sou eu.
Obrigada Universo.

See the good

Florescer

Informam alerta laranja por estes lados. Pois o meu coração está quente como um lindo dia de sol.
Boa semana.

Impulsos

Facto: não vale a pena lidar com pessoas que não te fazem bem de modo algum.

Há dias atrás, li que convivência amistosa não significa amizade. E isso é uma realidade nos dias de hoje. Pensamos que temos amigos e na verdade apenas convivemos com pessoas - ou pseudo pessoas - porque assim exige a sociedade. Porque dizem que é impossível viver sozinho. Num meio de falsidades e cinismos constantes, aprendemos que mais vale estar sozinho. Pelo menos, se estivermos a ser falsos, será com nós próprios e não com os outros.

De repente, deu-me uma enorme vontade de ser radical e deixar tudo. Todas aquelas pessoinhas que não valem a pena permanecer na minha vida desaparecerão da minha rede de "pessoas a conviver". Não temos de conviver com quem não queremos. Não temos por que fingir.

Não somos robots. Não somos máquinas mas sim pessoas com sentimentos. Por isso, o melhor a fazer é respeitar o indivíduo que temos ao nosso lado mas não coabitar com ele só porque a sociedade "diz que" temos de saber ser sociais.

Aqui em casa diz se que se deve, por vezes, ser anti-social. Eu não aceitava muito isso porque venho de uma educação onde a aprovação sempre foi algo importante. Mas com o tempo fui vendo que essa não é a maneira correta de agir. Não devemos viver sob pressão de agradar o outro. Sob aquela velha ideia que "o meu carro é melhor do que o do meu vizinho." Para quê?

Temos é de gostar de nós próprios e de quem nos faz bem. O resto é merda. Supérfluo e irritante. Porque se estás num local, seja ele qual for, ao lado de pessoas com quem não queres estar, todo esse momento se transforma em incómodo e desconforto. E a Vida é tão curta para esse tipo de sentimentos.

E como diz o meu conselheiro Caetano Veloso: "e pra começar, eu só vou gostar de quem gosta de mim."

Atitude

Porque hoje estou em dia não. Mas esforço me para combater o síndrome pré-menstrual. Por mais que esteja frio e com nuvens, eu ainda vejo raios de sol.

Paz interior

No seguimento do que foi falado anteriormente, estou numa fase de busca de paz interior. Largar os meus demónios que vivem cá dentro e recomeçar.

Já sei que digo que vou recomeçar milhões de vezes mas a verdade é que todos os dias há um recomeço. Uma nova vida para viver. E se todos os dias acordar a pensar que "hoje é que vai ser!", "hoje" vai ser mesmo! E o hoje torna se o amanhã e o amanhã também e todos os dias são o recomeço de mais uma vida nova.

Por isso a piada da vida é mesmo essa. Viver todos os dias em paz, acordar com pensamentos positivos e tudo corre bem. Mesmo quando corre mal.