Pesquisar neste blogue

Mais um tesourinho do passado (data: 26-04-2011)

Love List
- Não se pode chamar Tiago nem Filipe.
- TEM DE FUMAR!
- Não pode ser agarrado ao dinheiro.
- Não me pode mentir (nunca, nem no início da amizade).
- Tem de me fazer rir.
- Tem de ter carro (e gostar de andar de carro).
- Tem de tocar guitarra ou piano. E se possível, cantar para mim. (se cantar bem!)
- Tem de saber cortar relva!
- Tem de ser alto de maneira a que eu possa andar de saltos altos no Verão.
-Tem de combinar comigo no estilo (nem que seja mais forte que eu, tem de ser vestir bem).
- Tem que gostar de dançar, música, sair, estar com amigos (saber dar espaço para tudo)
- Tem de me aceitar como sou.
- Deve saber estar e conviver com as minhas amigas.
- Tem de gostar da palavra “Liberdade”.

E isto fica marcado aqui mas apaga-se da minha cabeça.
Porque não quero mais pensar assim. Porque descobri que tudo aquilo que desejas aparece ao contrário. Porque tudo aquilo que tu queres e anseias aparece da forma que menos esperas. Porque tudo aquilo que desejas para ti aparece da forma mais diferente do que tu imaginas. Porque as coisas acontecem quando menos esperas por elas. E essas coisas...são as melhores coisinhas do mundo!

Encontrei isto no meu antigo blog... estou em choque. continuo igual... (data: 24-01-2011)

"Após um dia complicado de gerir, dei por mim a encontrar uma foto. Já era noite. Tudo dormia cá em casa. E eu, sem muito sono, pensei recordar. Que erro!
Tudo porque quero e preciso mudar o meu corte de cabelo. Estou farta de estar como estou e já diz a Margarida Rebelo Pinto, e com toda a razão: “mudamos aquilo que podemos quando não conseguimos mudar o que queremos”. Palavras sábias estas que realmente indicam a razão pela qual preciso de mudar de corte.
Comecemos pelo início: cheia de vontade de estar sozinha, cheia de planos futuros e cheia de estar em relacionamentos, eis que me aparece algo na vida. Quem haveria de ser? Um homem claro! Porque eu digo que não quero ter mais ninguém, porque eu quero estar sozinha, porque eu desisto, porque eu renasço. E ele aparece! Porquê? Por que tem de ser assim?
Há quem me dissesse que é bom ter um amigo, um amigo íntimo. Mas não um namorado! Isso já não se usa! E na realidade, quando penso friamente no assunto, reparo que é isso mesmo que eu não quero! Um namorado!
Mas se pensarmos (também friamente) no caso do “amigo-íntimo” vemos que é exactamente a mesma coisa mas com outro nome. Ora vejamos: um amigo íntimo é aquela pessoa com quem nós estamos. Um amigo íntimo é alguém com quem gostamos de estar, com quem convivemos mais do que outro amigo qualquer que tenhamos, é alguém que beijamos, gostamos mais do que os outros amigos, alguém com quem eventualmente possamos gostar de fazer amor, sexo, foda, mimo e tal e coiso… um amigo íntimo é isso mesmo! E não é que é o mesmo que ter um namorado?
Só se a diferença estiver em dar ou não as mãos… só se a diferença for o facto de que não se chamará “amor” a esse amigo mas sim o nome dele…só se a diferença é não avisar os pais que se tem alguém… só se a diferença estiver no facto que toda a gente nos vai ver, diariamente a conviver, porque há mimos que não se consegue esconder, há sempre um beijo roubado, há sempre uma palavra…
Isto não é exactamente o mesmo que namorar??????
Aliás, também há o factor da confiança. Do respeito. Da compreensão. Do ser fiel. (espero bem que um amigo íntimo também seja fiel…senão é um amigo-da-queca; são conceitos diferentes para tipos de amigo)
Um amigo íntimo é alguém que eu quero só para mim, que eu não partilho. Alguém com quem convivo, converso, mimo, troco carinhos e amassos…
Ora então, eu apenas não quero chamar lhe de namorado! É muito simples! Porque de facto é exactamente a mesma coisa!
Começa com uma boa amizade, depois vêm os beijos (hmmm) depois o aquecimento, para ver se funciona (eheheh) e depois a “amizade” especial que se cria torna se um hábito. Hábito este que funciona como namoro, mas não éeeeee… não é namoro! Somos só amigos! (lol)
Até que…se der, se funcionar mesmo, se houver aquele baque no coração mesmo forte que até dói… (adoro a descrição) se não houver volta a dar, assume-se…
Mas isto só acontece passado muito muito tempo… quando já se conhece a pessoa.
E é lindo! E eu quero isto para mim! Mas ao mesmo tempo…tenho que ter cuidado com quem escolho, com quem quero ter esta “amizade” porque eu sou muito maluca, muito paranóica e, por isso, ou me sabem aturar, ou estão completamente tramados!
Aprecio muito a liberdade num relacionamento MAS se estou num daqueles dias que quero muito mimo, sou muito cola. Muito chata! E só quero a pessoa para mim. Ou seja, imaginemos que essa pessoa naquele dia não está virada para isso…como fico eu? Amuada! Com vontade de o matar! E, sei que pode acontecer (porque já aconteceu, sem orgulho nenhum de dizer isto) eu ir buscar esse mimo que preciso a outra pessoa… e não quero mais ter de fazer isso…
Quero que o meu príncipe que andará por ai num cavalo branco à minha procura, saiba distinguir esses dias. Dar espaço quando estou fria, mimar muito quando estou morna e foder me muito quando estou quente… soa mal! Mas esta sou eu! E quem conseguir aceitar isso e ser assim…caso-me! Porque essa é a pessoa ideal! Aquela que me aceita e sabe ver em que dia estou (tem de saber ver a minha temperatura…lol) como estou, o que sinto, o que preciso…isso tudo! Porque isso é o que me faz manter numa relação…seja namorico, amigo íntimo, marido ou whatever! Estando ao meu lado…há que suar! Eheheh
E então…até encontrar essa pessoa, eu estou barrada! Tapada pela cortina! Fria, com medo e sem conseguir entregar-me a 100%...
Ao fim disto tudo penso… tenho alguém que me faz bem…que me sabe dar espaço…que me deixa ser livre…que sai a noite... e não dá satisfações…perfeito!
Então de que tenho eu medo afinal?
Que seja fachada… que hoje seja bonito e ao fim de um tempo se transforme. É isso. Estou bloqueada e desconfiada. Porque só ao fim de meses é que conheci o outro. E vi o que ele era. E não era nada daquilo que eu achava. Porque primeiro aceitava me, dizia que eu era especial…mas fumava mas usava decotes mas gostava de sair à noite mas tinha muitos amigos mas convivia com os ex namorados mas mas mas mas mas mas mas…….. MAS MERDA!
Eu sou assim! Deixai me ser como sou porra!! (pausa para chorar)
(cigarro)
E não posso bloquear… não posso esconder isto! Tenho que deixar sair… ultrapassar isto. E não consigo. Como posso eu gostar de uma pessoa e ter medo que essa pessoa se transforme num monstro? Já me aconteceu antes…já são muitos ex namorados. Já são muitos relacionamentos falhados… já é muita merda…muitas coisas más. Sofrimento dor e culpa!
Porque eu sei que também não sou fácil. Porque eu sei que é preciso um manual de instruções (que eu não tenho) para saberem como estou e as temperaturas e tal… E por vezes culpo me…de ser eu aquela que está a falhar. Aquela que não sabe.
Um dia disseram me: “tu não sabes namorar”. O QUÊ?
Namorar é gostar da pessoa como ela é…é aceita-la, respeita-la e acima de TUDO entende-la.
Eu dantes dizia “Don´t try to understand me, just love me”…mas já não sinto isso, já não é isso que quero. Eu quero alguém que me entenda. E me ame como eu sou. Sei que é difícil mas ate lá eu prefiro estar sozinha! Para não ter mais desilusões. Quando tiver alguém que me entenda, me aceite e me conheça…ai sim, arranjo um NAMORADO! Um alguém que até possa vir a ser marido! Um alguém que possa ser velhinha e tê-lo ainda ao meu lado sentado num banquinho do jardim a ver os netos a brincar na areia de um parque para crianças…
Até lá ainda tenho muito que percorrer...ou, pode ser que o mundo acabe antes disso..."

Bom dia!


Não sei muito bem o que se está a passar mas está a ser bonito. Só espero que dure. Porque me estou a sentir muito bem. Será o (re)início de alguma coisa?...

Oysho - for the night


Super fofo - top 9.50€


Modo menina - top 9.50€


Calças com ovelha - 16.50€


Esta já a tenho. T-shirt 9.50€


Amei estas calças - 16.50€

Isto porque descobri que tenho 3 pares de calçoes sem t-shirt para combinar (Verao) e 3 pares de calças sem t-shirt para combinar (no Inverno)... e uma t-shirt azul velha para combinar com tudo. 
Pelo menos agora tenho a t-shirt do "yes tonight" para estrear sabado! Hummmm :)

*Preços de Andorra
**Site aqui*

Choque...

E é isto...


Todo bom. Gay. 
Que se passa no Mundo???? Será que nós, mulheres, estamos a perder qualidades?

Uma longa reflexão

Ano 2013. Agosto. 

Depois de 8 meses de aprendizagem pura e dura (retratada muitas vezes aqui no blog), chegou a hora de tirar conclusões, elações e decisões.  
Em 8 meses fiz imensas asneiras. Aprendi com todas elas.

- Aprendi a estar sozinha a 100%. E gostei. Foi dos momentos mais assustadores da minha vida; não foi nada fácil mas deu para conhecer-me. E muito.

-  Aprendi a controlar crises de pânico sem recorrer a chamadas telefónicas para “possíveis amigos” que estivessem por aí. Sozinha em casa. “Respira. Calma. Tudo vai ficar bem.” E tudo ficava bem.

- Aprendi que as pessoas fazem tudo a troca de alguma coisa. O ser humano é mesmo assim. Todos somos assim. Até eu.

- Aprendi que há gente boa. Mas 95% das pessoas são más. E isso vê-se quando há alguma zanga e/ou separação. Seja de amizade ou de amor.

- Aprendi que os momentos são isso mesmo. Momentos. Podemos estar com uma pessoa uma vez, mas essa sensação/esse momento nunca mais se repete. (e eu achava que sim)

- Aprendi a viver com pouco dinheiro. Ou nenhum. E aguentar-me.

- Aprendi a não gastar. A comprar apenas o essencial. Seja em comida como em tudo (roupa, acessórios, etc.)

- Aprendi a dar valor ao que tenho. A dar valor ao que vou construindo sem ter aquela ansiedade de querer mais. (e eu era assim...)

- Aprendi que por mais que o emprego que temos seja um sonho, há sempre problemas. Sempre! Aprendi a lidar com isso. E a não viver para o trabalho, mas sim a trabalhar para viver.

- Aprendi que não há homens de sonho. OK. Custou mas cheguei lá. Não há príncipes. E quanto mais conheço outros homens, mais me dou conta que estou a deixar fugir um quase-príncipe-perfeito.

- Aprendi que por muito que eu seja uma louca, uma tonta inconstante, uma florzinha de cheiro, uma não sei mais o quê… vou ter sempre “aquele” homem ao meu lado. E devo aceitar isso. E recebê-lo de braços abertos.

- Aprendi a falar mais. A expor. A opinar. A não guardar para mim o que me incomoda. Porque assim não vou a lado nenhum. (isto ainda está em processo…)

Descobri que sou super independente. Mas que preciso de ter sempre alguém a meu lado. É estranho e não sei bem explicar isto. Ou seja: preciso de fazer tudo à minha maneira, mas gosto de ter sempre alguém a dar a opinião. Não gosto que me contrariem mas preciso de ouvir conselhos. (estou a aprender a ouvir mais)

Descobri que apareça o homem que aparecer, irei sempre compará-lo ao meu marido. Porque nunca haverá nenhum que me entenda como ele. E, por causa disso, cheguei à conclusão que o homem que me poderia acompanhar seria mesmo ele, o marido. 
Descobri também que fico chateada se não entendem as piadas que um dia foram minhas e dele. E por isso, nesses momentos, é quando sinto mais a falta dele. Quando se ria comigo das piadas.

- Descobri que não quero ter rotina. Não sou assim. Não sou de estabilizar na vida. Não sou de ter aquele rumo típico que toda a mulher tem. Estudos. Marido. Casa. Filhos.
Não sou assim. Sou mais do tipo: trabalho – casa – festas - estudos – trabalho – festas – um amigo especial – sexo – passeio – trabalho – sexo - viagens – férias – casa. Tipo isto. (difícil não?)

- Descobri que gosto de andar a pé. Não sou de correr. Mas adoro passear a pé e ver pormenores. Ver os pequenos detalhes da vida. E gosto de ter companhia quando o faço.

- Preciso de aprender a cozinhar. Aliás, não é que não saiba. Mas preciso de ter vontade de cozinhar. É um objectivo a cumprir.

- Preciso de aceitar que estou a crescer. Ainda não o consegui fazer. Detesto pensar nisto mas é uma realidade. Todas estas experiencias me têm feito crescer imenso como pessoa. Estou mais adulta, mais cuidadosa, penso mais antes de fazer as coisas. Finalmente (!!!) estou menos impulsiva (ainda em processo de melhora). Penso antes de fazer as coisas. (também ainda em processo). Não tomo decisões drásticas. (marco-as como sonhos ou planos futuros; não como “vou fazer isto já e agora!”)

- Preciso… de voltar a amar. Ou melhor. De aceitar a ideia de amar. De voltar a construir o meu coração. De acreditar de novo. E isto talvez seja o mais difícil. Porque sempre acho que não mereço ou que não devo ou mesmo que não sou assim. Mas sou. Com ele. Só com ele. E é difícil. Porque depois tenho as minhas crises parvas. Os meus pensamentos do “eu estou é bem sozinha” ou “quero o meu espaço” ou mesmo “não o mereço”.
Preciso de melhorar isto. De falar muito. De chegar a acordos juntos. De fazer as coisas bem. E falar mais ainda. De fazer coisas. Mais coisas. E mais coisas. E nunca ter rotina. Nunca cair no comodismo que é a merda de um casamento.

- Preciso de voltar a acreditar. Especialmente em "nós". Já me aceito tal como sou. Já sei como sou, o que gosto, o que não gosto, os meus ideais, os meus planos, sonhos e desejos. Já sei a minha essência. Agora…preciso de acreditar que consigo manter isto tudo com ele a meu lado. E não será fácil. Mas eu consigo! 

Já passei por tanto este ano (que ainda não acabou) que estou preparada para o que ainda está por chegar! Bom ou mau, vou aceitar o que vier de braços abertos. Porque acredito que tudo irá ficar bem. Acredito em mim.