No seguimento do filme publicado no post anterior, Power of the Heart abriu-me os olhos a uma realidade que já a conhecia mas nunca lhe tinha dado nome.
O coração é o que nos faz mover, viver, ser. E é a partir dele que vivemos. Porque todos sabemos que se o coração pára, morremos.
Ora é a partir do coração que tudo começa. "Passa do coração para a mente e da mente para o corpo". Se soubermos ouvir o nosso coração conseguimos viver melhor. Conseguimos ver as coisas tais como elas são. E ao vermos as coisas como elas são, vemos as coisas também como nós somos.
Daí a necessidade de termos um bom coração, de forma a que tudo o que possamos ver seja bom. Tal como indica Monty Python "always look on the bright side of life", vê sempre o lado bom, mantém o positivismo e sê aquilo que queres ser e não o que os outros querem que tu sejas. Lá porque os "outros" são maus, fazem mal ou dizem e fazem coisas que te magoam não tens porque ser mau também e/ou ser como eles.
Intuição e sincronização são temas que também entram no filme. Gosto da ideia que nada acontece por acaso. Tudo está sincronizado. Tudo é sintonia. Nada é do nada. Há um tempo especifico, num momento especifico, num local especifico e as coisas acontecem... porque têm de acontecer.
Nada é premeditado. Há sempre um propósito para tudo, nós é que só descobrimos depois. Quando aprendemos. Seja algo bom ou mau. E a isto une-se a intuição.
Muito recentemente (ainda que já lá vá um ano!); fui sozinha a um festival, decidi em cima do joelho não ter medo da solidão e ir... e lá, conheci o meu actual namorado e estou mais feliz que nunca! Segui a intuição e o coração. E aqui estou.
Posso usar-me como exemplo porque quem lê o meu blog sabe dos meus caminhos, sabe que nunca desisti de seguir o coração e a minha intuição. Se naquele momento tinha de ser assim, eu ia! E depois aprendia com as consequências. Que foram muitas outrora! E duras! Mas estou aqui hoje. Com o coração cheio. De Amor!
E não é isso que é a Vida afinal? Não é isso que vale a pena? Não é isso que nos faz sentir vivos?
Vale a pena parar. E pensar nisto.
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